El Rey aqui é Roriz, o Joaquim do DF.
Para nossa felicidade, Roriz é uma espécie em extinção e não estou aqui para falar mal de políticos, mas para destacar o que há de bom. Cabe então lembrar, a primeira coisa boa é que o povo brasileiro vem apurando sua responsabilidade de exercer o poder de soberano que tem.
Isso claro, não é o fim do caminho, mas sim o caminhar. Ainda há muito o que fazer até que o soberano (o povo) tenha plenos poderes sobre o seu destino. Até lá, ainda veremos rorizes e suas pequenezas políticas, se esforçando para ser reis, ainda que de pequenos feudos.
E os servos que se rebelem, ou permanecerão nas mãos desses reizinhos, em diversas escalas de poder. Porque esse espírito de "apropriação" do Estado por famílias e grupos econômicos não é exclusivo do planalto, ao contrário, ocorrem pelo país inteiro, nos municípios, nos estados e claro, lá, no planalto central. É sempre bom lembrar que a corrupção não é um acidente na política, mas sim a política que se realiza de maneira ilegal. O poder econômico tem na corrupção o espaço perfeito para se impor.
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